Elevada rotatividade de secretários deixa governo de Gilson ainda mais lento

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 18 de janeiro de 2019 às 08:11
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 19:19
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De todos os secretários que iniciaram o governo, somente Rodolfo Moraes continua com Gilson de Souza

A elevada rotatividade no primeiro escalão do governo de Gilson de Souza (DEM) é inusitada em se tratando de gestão municipal. Com metade do mandato transcorrido, somente um secretário que iniciou com Gilson continua, no caso, o médico Rodolfo de Moraes.

Com a troca contínua de secretários, o que se vê é um aumento ainda mais elevado da lentidão do governo Gilson de Souza, pois não há uma sequência do trabalho no ritmo em que se espera e que a gestão pública necessita.

Finanças é um claro exemplo. Em dois anos, passaram pelo cargo Sebastião Ananias, Neide Lopes e a atual, Tânia Bertholino. Até o momento, os cofres da Prefeitura não registram sobra de recursos e as ações do governo, como obras de pavimentação de ruas e construção de escolas, além de outras unidades de atendimento, como UBSs e mais pontos de acesso público à internet.

O desembarque, desde o fim do ano passado, tem ocorrido de forma mais intensificada. Deixaram o governo os secretários de Planejamento, Flávia Lancha; de Segurança e Cidadania, Carlos Gatti; de Negócios Jurídicos, Cléber Reis; de Administração e Recursos Humanos, Alberto Donha, além do chefe de gabinete, Orivaldo Donzelli.

Fontes próximas ao gabinete do prefeito Gilson de Souza afirmam que a forma de gestão do prefeito, que muitas vezes não aceita opiniões ou apontamentos, tem dificultado o relacionamento com o primeiro escalão e muitos secretários não sentem segurança política – e até jurídica – para permanecer nos cargos.


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