Varejo: Magalu pode saltar 240% e Americanas 140% em 2022; veja as favoritas do BB

  • Robson Leite
  • Publicado em 21 de dezembro de 2021 às 21:30
  • Modificado em 22 de dezembro de 2021 às 13:32
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Perspectivas de melhoria gradual da economia, em especial a partir do segundo semestre, devem favorecer os papéis dessas empresas

O setor de varejo não teve um bom ano em 2021, mas o BB Investimentos está confiante de que as empresas possam reverter a queda em 2022.  A corretora publicou relatório em que lista suas ações preferidas para o próximo ano.

A reportagem é do portal moneytimes.

“Ao nosso ver, apesar dos dados indicarem um consumo pressionado no curto prazo, entendemos que as perspectivas de melhoria gradual da economia, em especial a partir do segundo semestre, devem favorecer os papéis que ficaram excessivamente descontados em 2021, notadamente aqueles relacionados a bens duráveis e semiduráveis”, afirma.

Veja a seguir as favoritas do BB para o próximo ano

Americanas

Na visão da analista Geórgia Jorge, a Americanas deverá se beneficiar da captura de sinergias de sua combinação de negócios, com revisões positivas de rentabilidade, combinada com a expectativa de retomada das vendas de bens duráveis.

“Vale destacar ainda que, ao longo do próximo ano, a companhia deve apresentar a captura de sinergias decorrentes da combinação dos negócios físico e digital que devem contribuir para revisões positivas de rentabilidade”, destaca.

Geórgia também diz que assim como o Magazine Luiza, a Americanas vem investindo fortemente na expansão do sortimento de produtos, logística omnicanal, soluções financeiras aos clientes e serviços aos vendedores do marketplace.

A recomendação é de compra com preço-alvo de R$ 75,3, potencial de alta de 140%.

Magazine Luiza

Segundo o BB, o segmento de bens duráveis, como geladeiras e fogões, deve ser beneficiado diante de perspectivas de retomada do crescimento do consumo a partir do segundo trimestre.

Geórgia argumenta ainda que a queda acentuada das ações, somado com a expectativa de que, a partir do segundo semestre os investidores voltarão para o papel à medida que os juros caiam e a inflação entre nos eixos sustentam a indicação.

Além disso, ela recorda que a empresa possui uma boa execução da estratégia, combinando crescimentos robustos com rentabilidade, além do foco na diversificação de sortimento, investimentos em logística, desenvolvimento de soluções financeiras e de soluções para os vendedores do marketplace.

A recomendação é de compra, com preço-alvo de R$ 22,9, potencial de alta de 244% ante o último fechamento.


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