Último ensaio acontece nesta quarta-feira, 03, no Parque Fernando Costa

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  • Publicado em 2 de agosto de 2016 às 19:10
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 17:53
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Tradicional evento será realizado no sábado, dia 6 de agosto, e no domingo, dia 7, com entrada gratuita

Nesta quarta-feira, 03, à noite, tem ensaio final dos participantes das Cavalhadas da Franca, evento incorporado ao folclore regional e que será realizado no Parque Fernando Costa, neste sábado, 06, e domingo, 07.

O espetáculo está a cargo do Clube das Cavalhadas de Franca, que conta com o apoio da secretaria de Desenvolvimento.

 No domingo último, pela manhã, o Parque Fernando, palco das principais celebrações previstas, recebeu boa parte dos participantes para mais um desses ensaios. O Clube das Cavalhadas destaca a natureza popular do evento, que terá entrada gratuita nos dois dias. O espetáculo das Cavalhadas é aguardado ansiosamente todos os anos, com a participação de representantes de famílias tradicionais da cidade.

“Dividido em duas etapas, mobiliza em torno de 60 a 80 participantes, entre os figurantes e as representações de apoio”, revelou o dirigente Marcus Falleiros, filho do presidente da entidade, Fernando Palermo Falleiros e que está à frente da preparação.

Com a expectativa de receber mais uma vez um grande público, as Cavalhadas terão as atividades iniciais no sábado, dia 6, a partir das 19h30, quando acontece a Cerimônia dos Encamisados. Para o domingo, tem o combate final que envolve um confronto simbólico entre mouros e cristãos, com início programado para às 14h.

O ESPETÁCULO

As Cavalhadas são representações teatrais com base na tradição européia da Idade Média. No século VI, Carlos Magno, um guerreiro cristão, batalhou contra os sarracenos, da religião islâmica, pela defesa da região sul da França. A Batalha de Carlos Magno e os 12 pares da França é a história central das Cavalhadas.
Motivada por conflitos religiosos, essa encenação representa a luta entre cavalheiros vestidos de azul (cristãos) e vermelho (mouros) armados de lanças e espadas. As lutas se sucedem pela sua libertação e terminam com a derrota dos Mouros. A princesa se converte ao cristianismo e se casa com o príncipe cristão.
A nobreza é representada por reis, príncipes, embaixadores entre outros personagens, todos fantasiados com roupas de época. No final, os cristãos vencem os mouros, que se convertem ao cristianismo


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