O governo de Minas Gerais deu uma boa notícia para todos os servidores do estado, principalmente os que residem nas cidades mineiras que fazem divisa com São Paulo.
O governador informou que, a partir de agosto, todas as categorias vão receber o pagamento de foram integral e no quinto dia útil. A notícia foi publicada pelo jornal Estado de Minas e pelo portal Ondasul.
“Depois de cinco anos e meio, acabou o pesadelo do funcionário público de Minas Gerais”, disse o governador.
Segundo ele, a partir deste mês de agosto, todo funcionário passará a receber no quinto dia útil.
“Nós estamos aqui arrumando a casa, equilibrando as contas. Agora que estamos colocando o trem em cima dos trilhos, vamos acelerá-lo”, disse o governador em uma sequência de vídeos publicados nos Story do Instagram.
Na sexta-feira (17), ocorreu a venda da folha de pagamento do governo de Minas, através de um pregão eletrônico. Com a venda da folha, o banco passa a ser responsável pelo gerenciamento das contas-salário dos servidores.
“A oferta vencedora foi a do banco Itaú, que ofereceu R$ 2,42 bilhões, 18% a mais do lance mínimo de R$ 2,052 bilhões exigidos pelo Estado para concretizar o negócio”, detalhou o governo de Minas em nota.
Pagamento à vista
“Diferentemente da venda ocorrida em 2016, quando foram pagos R$ 1,39 bilhão à vista e R$ 460 milhões em 60 parcelas, desta vez o valor será depositado integralmente na conta do Tesouro Estadual. O tempo de vigência do contrato continua a ser de cinco anos”.
No comunicado do governo, Zema citou a venda da folha e o aumento das receitas como condições para que o pagamento fosse regularizado.
Principais metas
A partir do pagamento de agosto os servidores voltarão a contar com o salário no início do mês para honrar seus compromissos, o que não ocorria desde janeiro de 2016.
Zema disse que “o parcelamento de salários era uma situação que me incomodava e estou muito feliz de conseguir cumprir uma das principais metas do meu governo”
“Felizmente, graças ao empenho do nosso governo em resolver a situação, ao aumento das receitas do Estado e também à venda da folha, teremos condições de voltar à normalidade, no que diz respeito ao pagamento dos salários”, disse o governador de Minas.