Romeu Zema lamenta não pagamento do 13º salário e fala em “calote” do PT

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 30 de dezembro de 2018 às 13:26
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 19:16
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Empresário que assume amanhã (1) lamentou e falou em “calote”.

O governador eleito em Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se manifestou pela primeira vez após o atual mandatário do Estado, Fernando Pimentel (PT), admitir que não vai pagar o 13º salário dos servidores do Estado. O empresário que assume amanhã, terça-feira (1) lamentou e falou em “calote”.

Em nota, divulgada neste sábado (29), Zema afirmou que esperará ter acesso ao fluxo de caixa e às reais condições financeiras do Poder Executivo estadual para pronunciar de forma oficial. O futuro governador de Minas denominou como “calote” o não pagamento do 13º.

Nesta sexta-feira (28), o Governo de Minas Gerais confirmou que o pagamento ficará para a próxima gestão. A Assessoria de Relações Sindicais (ARS) afirmou que todos os esforços financeiros foram feitos pela equipe de Pimentel, mas os valores não serão pagos neste ano.

“Foi aguardado até o último momento um crédito de R$ 200 milhões, por parte do Governo Federal, referente à ‘compensação financeira em função da perda de receita decorrente da desoneração de ICMS sobre exportações de bens e da concessão de créditos nas operações anteriores’, aprovada no Congresso Nacional (PLP 511/2018). O Governo Federal informou que este crédito só será repassado em 2019”, diz a nota da administração.

A atual gestão informou ainda que houve uma importante perda de recursos, inclusive com leilão da securitização das dívidas, que não obteve oferta com o desconto permitido. “Com isso, o Estado estima que deixou de arrecadar cerca de R$ 500 milhões. Estes valores, somados, permitiriam ao Estado o pagamento de parte do 13º salário de todos os servidores do Executivo estadual, ativos e inativos, em 2018”, diz.

Nota de Romeu Zema sobre  o 13º salário:

O governo eleito lamenta a falta do pagamento e só vai se pronunciar oficialmente sobre o “calote” no 13º salário dado pela atual gestão petista nos servidores públicos mineiros quando tiver acesso ao fluxo de caixa e às reais condições financeiras do Poder Executivo estadual.


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