Unidades Básicas de Saúde realizam rodas de conversa, caminhadas, palestras e ações de acolhimento ao longo do mês para debater a prevenção do suicídio e a saúde mental
UBSs de Franca organizam rodas de conversa, palestras e caminhadas durante todo o mês em referência à campanha ‘Setembro Amarelo’
As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Franca iniciaram uma programação especial ao longo deste mês em referência ao ‘Setembro Amarelo’, campanha nacional de prevenção ao suicídio e valorização da vida.
As atividades contemplam tanto os usuários do SUS quanto os próprios profissionais da rede, criando novos espaços de escuta, acolhimento e orientação sobre saúde mental.
A mobilização varia em cada unidade, contando com parcerias acadêmicas e foco em práticas integrativas:
Confira a Programação nas Unidades
UBS Paulista: Inicia as atividades em 11 de setembro com capacitação interna para funcionários sobre escuta ativa. No dia 22, promove uma roda de conversa aberta na sala de espera em parceria com docentes e alunos do Uni-FACEF;
UBS Luiza: Realiza a 1ª Semana da Saúde Mental (“Saúde Mental para Todos”) entre 14 e 18 de setembro, incluindo oficinas de arteterapia, aromaterapia e a 1ª Caminhada da Saúde com residentes de medicina;
UBS Paraty: Programação diversificada com ações voltadas ao grupo de mulheres, apoio emocional, encontros de saúde e o projeto especial “Cuidar de Quem Cuida”, dedicado à equipe da unidade, além de decoração temática;
UBS Ângela Rosa: Foco na distribuição de materiais educativos para orientar a comunidade sobre como acolher, escutar e encaminhar adequadamente pessoas em sofrimento emocional;
UBS Planalto: Destaca palestras e rodas de conversa nos dias 16 e 18 de setembro para o grupo “Saúde em Ação”, estendendo o diálogo para idosos, mulheres e adolescentes na semana do dia 21;
ESF Palma e Esmeralda: Promovem orientações em salas de espera e encontros voltados ao acolhimento e apoio emocional da comunidade atendida.
Para a secretária de Saúde, Waléria Mascarenhas, a Atenção Básica tem um papel central na aproximação com os cidadãos. “Queremos ampliar o acesso à informação e estimular uma cultura de acolhimento, escuta e atenção aos sinais de sofrimento emocional”, ressaltou.