compartilhar no whatsapp
compartilhar no telegram
compartilhar no facebook
compartilhar no linkedin
Projeto cheio de problemas não recebe apoio nem da base de governo de Gilson de Souza
O prefeito Gilson de Souza (DEM) sofreu mais uma derrota na Câmara de Franca. Desta vez, os vereadores adiaram, a pedido da base governista, o projeto de lei que previa a aprovação do Orçamento Municipal para o próximo ano.
O pedido de adiamento foi a saída encontrada pela base, ou pelo que restou dela, para evitar a rejeição iminente do projeto, que apresentava diversas falhas e dificilmente receberia os votos necessários para ser aprovado.
Um erro gritante estava relacionado à reserva de 1,2% do orçamento – mesmo percentua das emendas impositivas. O problema é que o índice estava relacionado a nenhum valor, ou seja, era um percentual de “zero reais”, argumento perfeito para que, mais uma vez, Gilson não pagasse as impositivas.
Outro problema é que constam do orçamento de R$ 936 milhões estimativas de receitas relativas a projetos que nem chegaram à Câmara para serem aprovados. “Estão previstos R$ 38 milhões da venda de imóveis e R$ 9 milhões de Taxa de Iluminação. Até agora, nem projeto disso tem”, afirmou o vereador Adermis Marini (PSDB).
O secretário de Negócios Jurídicos, Cléber dos Reis, e o Procurador Jurídico do Município, Eduardo Campanaro, tentaram explicar os “furos” do projeto para tentar viabilizar a aprovação, mas não conseguiram.
Cléber, por exemplo, disse aos vereadores que foi avisado pelo prefeito sobre a reunião com os vereadores meia hora antes do encontro na Câmara.