Vereador destaca anúncio de hospital público: “É o maior investimento em nossa cidade”
Daniel Bassi minimiza questão da localização do hospital e afirma que o importante é a obra: “Saúde não espera”
O vereador Daniel Bassi destacou o anúncio da construção do novo Hospital Estadual em Franca, feito ontem pelo governador Rodrigo Garcia.
Ele afirmou que se trata de uma situação inusitada e uma grande vitória para a população de Franca e também de toda a região.
“O maior investimento da história da nossa cidade e região e todos nós fizemos parte do movimento prol hospital público. Todos os vereadores que estão aqui fizeram parte disso e quero registrar a alegria dessa conquista”, comemorou.
Daniel ainda enfatizou o tamanho da obra e disse que o novo hospital terá 200 leitos para atendimento de pacientes da rede pública, tendo 20 leitos para várias áreas, inclusive psiquiatria.
Prioridade
Bassi também comentou sobre o terreno que a Prefeitura quer destinar, na avenida São Vicente, para a construção do Hospital Estadual. O Estado tem outra área compatível e não está definido onde a obra será erguida.
“É muito bom termos duas áreas para fazer o hospital, e a segunda área é até maior que a primeira. Embora a primeira já tenha feito os estudos técnicos, projeto executivo, projeto arquitetônico. A parte técnica foi feita com base nesse terreno do Estado, porque tem melhor localização, fácil acesso também para quem vem da Região”, explicou o vereador.
Sobre o projeto de lei do prefeito, Bassi afirmou que fez alguns apontamentos, mas que não tem objeções se estiver tudo regularizado. “Se houver doação dessa área para o Estado, de maneira alguma vou votar contra, desde que esteja tudo regularizado”, afirmou.
A tramitação do projeto prevê que, após a aprovação, vai para a Procuradoria Geral e, depois, para a Comissão de Patrimônio do Estado para que seja autorizado o recebimento da doação.
“Eu tenho muito medo dessa tramitação toda e aqui deixo registrado que o estudo foi feito para esta área do Estado. Se for para essa nova área, não tenho mais controle. Fica na mão do Executivo decidir qual melhor área, a mais rápida porque a saúde não espera”, concluiu.