Somados, partido do presidente e o PSDB, do governador Rodrigo Garcia, têm mais de um terço das cadeiras da Alesp
Somados, partido do presidente e o PSDB, do governador Rodrigo Garcia, têm mais de um terço das cadeiras da Alesp
Com o período da janela eleitoral se fechando, esta semana, foi definida a nova formação partidária da Assembleia Legislativa de São Paulo.
O PL, puxado pela filiação do presidente Jair Bolsonaro, saltou dos seis deputados eleitos para uma bancada de 19 parlamentares, a maior da Alesp.
Outro partido que cresceu foi o PSDB, do governador Rodrigo Garcia, que elegeu oito deputados e agora conta com 13 cadeiras no maior parlamento estadual da América Latina.
As duas legendas, juntas, detém 32 das 94 cadeiras da Alesp, ou seja, respondem por mais de um terço dos membros da Casa de Leis.
Isso certamente trará bons embates, uma vez que o PL apoiará a candidatura de Tarcísio ao governo do Estado e o PSDB tentará manter Rodrigo Garcia no poder.
Paralelamente a essa disputa, o PT, com dez deputados – os mesmos que foram eleitos – também defenderá a candidatura de Haddad, o que engrossará o coro de oposição a Garcia e de críticas a Tarcísio.
Outros partidos, como o NOVO e o PSB, perderam gás, assim como o União Brasil, e viram suas bancadas serem reduzidas.
Por fora, legendas como Republicanos, Podemos e PP mantêm força. A expectativa, na Assembleia Legislativa, é que este ano se discuta muito mais eleições do que proposições e que os ataques entre grupos rivais sejam um elemento marcante durante as discussões.
Veja como ficaram as bancadas partidárias da Alesp: