Brasileiras têm a chance de voltar ao posto mais alto do pódio na madrugada deste domingo em Tóquio
Brasileiras têm a chance de voltar ao posto mais alto do pódio na madrugada deste domingo em Tóquio, contra os EUA
Após atropelar a Coreia do Sul na semifinal, a seleção brasileira feminina de vôlei vai decidir a medalha de ouro contra um adversário mais do que conhecido: os Estados Unidos.
O jogo acontecerá na madrugada deste domingo, a 1:30, com transmissão ao vivo pela televisão.
Se tradição ganhasse jogo, não teria rival melhor para a final na Olimpíada de Tóquio, segundo o portal Esportes R7.
Brasil superior
Nas duas vezes em que chegou à decisão em Jogos Olímpicos no torneio feminino de vôlei, o Brasil enfrentou os Estados Unidos e saiu vencedor.
O problema é que, em 2021, as americanas viraram o jogo e venceram as duas partidas que fizeram contra as brasileiras.
Os Estados Unidos nunca foram campeões olímpicos nos torneios femininos de vôlei. Nas duas vezes em que chegaram à final, as norte-americanas perderam a medalha de ouro para o Brasil.
Tanto em Pequim 2008 quanto em Londres 2012, as brasileiras venceram a final por 3 sets a 1.
Estados Unidos
Para mudar essa história a Federação Norte-Americana de Vôlei colocou como técnico do time feminino ninguém menos que o seu maior jogador de vôlei de todos os tempos: Karch Kiraly.
Ele é o único jogador da história a ser medalha de ouro no vôlei de quadra (Los Angeles 1984 e Seul 1988) e no vôlei de praia (Atlanta 1996).
A seleção dos Estados Unidos tem como pontos fortes a consistência de jogo, variação de jogadas.
O principal ponto fraco dos Estados Unidos é que o time não tem um banco de reservas capaz de ser usado para mudar o jogo.
A equipe joga praticamente com as mesmas seis jogadoras a partida toda: a levantadora Jordin Poulter, as centrais Foluke Akindarewo e Haleigh Washington, as ponteiras Jordan Larson e Michelle Bartsch-Hackley, e a oposta Andrea Drews. A líbero do time é Justine Wong Orantes.