Planos pagos do WhatsApp e Instagram: o que pode mudar?

  • Nina Ribeiro
  • Publicado em 17 de fevereiro de 2026 às 12:00
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Meta busca novas receitas além da publicidade e recursos premium prometem mudar a experiência nos apps

Meta prepara o terreno para inaugurar a era das assinaturas no WhatsApp e no Instagram, e isso pode mudar a forma como usamos as redes no dia a dia (Foto Arquivo)

 

Imagine abrir o WhatsApp e perceber que ele não é mais apenas um mensageiro. Ou entrar no Instagram e descobrir que parte da experiência agora depende de um plano pago.

Essa cena, que até pouco tempo parecia improvável, está cada vez mais próxima. A Meta prepara o terreno para inaugurar a era das assinaturas no WhatsApp e no Instagram, e isso pode mudar a forma como usamos as redes no dia a dia.

A proposta ainda não foi anunciada oficialmente, mas códigos internos, testes e vazamentos apontam para um movimento claro: transformar recursos avançados em diferenciais pagos, enquanto o uso básico segue gratuito.

A grande questão é entender o que realmente estará por trás desses planos premium.

Como devem funcionar as assinaturas do WhatsApp e Instagram?

A expectativa é que os planos pagos funcionem como uma camada extra de personalização e controle. Quem optar pela assinatura teria acesso a ferramentas exclusivas, pensadas para tornar a experiência mais completa, sem eliminar as funções tradicionais que já fazem parte dos aplicativos.

A ideia lembra outros serviços digitais que adotaram o modelo “freemium”: o essencial continua liberado, mas recursos mais sofisticados ficam restritos a quem paga. Esse formato permite à Meta diversificar receitas sem afastar usuários que preferem não gastar.

A lógica não é fechar os aplicativos, mas transformar conveniência e personalização em produto.

O que muda no WhatsApp com um plano pago?

No caso do WhatsApp, informações divulgadas por fontes especializadas indicam que a assinatura pode liberar recursos que vão além da estética. Entre as apostas estão stickers premium, temas personalizados e até toques exclusivos para conversas.

Outro ponto que chama atenção é o aumento no limite de chats fixados. Hoje, o usuário pode manter poucas conversas em destaque.

Com o plano pago, esse número deve crescer, facilitando a organização para quem usa o app intensamente, seja no trabalho ou na vida pessoal.

Há também a possibilidade de remover anúncios em áreas como Status e Canais, mas essa opção deve ficar restrita a países da União Europeia e ao Reino Unido, por questões regulatórias.

E o Instagram, o que pode oferecer aos assinantes?

No Instagram, o foco parece estar no controle de audiência e na gestão de seguidores. Códigos encontrados por desenvolvedores apontam para a criação de listas de público ilimitadas, algo que hoje é bastante restrito.Cursos de marketing para influencers

Outro recurso especulado é o modo oculto para visualizar stories, permitindo consumir conteúdo sem deixar rastros.

Além disso, o assinante poderia acessar listas detalhadas de quem não segue o perfil de volta, uma curiosidade antiga de muitos usuários.

Essas funções não mudam o núcleo da rede social, mas oferecem mais poder de gestão e privacidade para quem decide pagar.

Quanto vai custar a assinatura do WhatsApp e Instagram?

Por enquanto, essa é uma das maiores incógnitas. Não há valores definidos nem confirmação se cada aplicativo terá planos separados ou se existirá um pacote unificado.

Também existe a possibilidade de preços diferentes por região, levando em conta poder de compra e regulamentações locais. Esse modelo já é comum em serviços globais e ajuda a adaptar a oferta a diferentes mercados.

Quando as assinaturas devem ser lançadas?

Ainda não há data oficial. As assinaturas estão em fase inicial de desenvolvimento, e a Meta segue testando quais recursos realmente farão parte dos pacotes finais.

O que se sabe é que o movimento faz parte de uma estratégia maior da empresa liderada por Mark Zuckerberg, que busca novas fontes de receita além da publicidade tradicional.

A pergunta que fica não é se a assinatura vem, mas até que ponto ela vai mudar nossa relação com as redes.

Fonte: Já Imaginou Isso?


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