Estudo técnico embasa construção de hospital do Estado em Franca, aponta a DRS

  • F. A. Barbosa
  • Publicado em 22 de fevereiro de 2022 às 18:30
  • Modificado em 22 de fevereiro de 2022 às 18:32
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Diretor afirma que Franca está à mercê de Ribeirão Preto em várias especialidades; cenário irreal para uma cidade grande

Bassi

Diretor afirma que Franca está à mercê de Ribeirão Preto em várias especialidades; cenário irreal para uma cidade grande

Nesta terça-feira, o vereador Daniel Bassi voltou a defender a necessidade de o Estado construir um hospital público para atender a cidade e os demais municípios pertencentes à DRS-8.

O parlamentar afirmou que o estudo técnico realizado pela DRS de Franca deixa claro que há demanda e necessidade de se ampliar a rede pública de atendimento em alta complexidade na cidade e na Região.

Bassi exibiu um vídeo no plenário com explicações do médico e diretor da DRS, Marcelo Mian, que aponta dados técnicos que justificam o investimento pelo Estado.

Após a exibição de parte do vídeo, Daniel se comprometeu a ampliar o debate sobre o tema e disse que o assunto “está quente” em São Paulo.

“Nossa luta continua mais forte do que nunca. Não há ducha de água fria que nos faça parar e teremos novidades muito em breve”, disse Daniel Bassi.

Dados técnicos

O diretor da DRS afirma que Franca tem total condição de receber o hospital do Estado e deu inclusive detalhes sobre o projeto.

“A nossa região tem 723 mil habitantes. Temos déficit e dificuldades para encaminhar pacientes para tratamento intensivo. Vamos otimizar essa situação com um hospital estadual. Acesso a especialidades de alta complexidade é um problema”, disse.

Mian citou alguma especialidades, como cardiologia, ortopedia, urologia, oftalmologia e até psiquiatria, que estão sendo referenciados para fora de Franca. “Ficamos à mercê do HC de Ribeirão”, explicou.

Segundo os estudos da DRS, já de posse do Estado, o Hospital Estadual de Franca poderá ser instalado em um terreno de 21 mil metros quadrados, em área do Estado, e precisará ter 200 leitos clínicos e cirúrgicos, sendo 50 UTIs para todos os públicos, inclusive pacientes coronarianos, centro cirúrgico para cirurgias eletivas, hospital dia, ambulatórios, etc.

Mian ainda relacionou vários tipos de exames diagnósticos que ajudarão a minimizar as filas que, atualmente, o serviço público não consegue equacionar.

“Virá para somar, agregar valores e aumentar a oferta de serviços de saúde, trazendo mais independência. Quero enaltecer todos os que estão trabalhando por este projeto. Acredito que prosperará. O governo do Estado sempre prezou pela vida, por cuidar das pessoas”, disse Mian.


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