Cristiany de Castro celebra queda do veto e valor do BPC para quem precisa

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 12 de março de 2020 às 16:07
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 20:28
compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin

Cristiany de Castro, de maneira intensa, se empenhou e ressaltou a relevância da alteração

Cristiany de Castro, de vermelho, com Marcio Alvino

​O deputado federal Marcio Alvino, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa das APAES, das Pestalozzis e de Entidades Coirmãs, divulgou um comunicado para as APAES de todo o Brasil.

Como presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa das
APAES, das Pestallozzis e de Entidades Coirmãs, levou uma importante notícia para as
pessoas com deficiência e suas famílias. 

Na quarta feira (11/03/2020), foi possível, juntamente com
os demais parlamentares que compõem a Frente, derrubar o veto do presidente
Jair Bolsonaro.

Se fosse mantido o veto, a lei somente permitiria a concessão do Benefício de Prestação
Continuada (BPC) para famílias que tinham renda familiar per capta de no
máximo R$ 261,25. 

Com a derrubada do veto nº 55/2019, a renda per capita
familiar para o recebimento do BPC, sobe de um quarto de salário mínimo para
meio salário (R$ 522,50). 

A mudança permitirá a melhoria da qualidade de vida de muitas
pessoas com deficiência e pessoas idosas que vivem em situação de
vulnerabilidade social e que estariam excluídas caso a Frente Parlamentar não trabalhasse para isso. 

O deputado Marcio Alvino destacou a importância da atuação de Cristiany de
Castro, presidente da Federação das APAES do Estado de São Paulo e Secretária
Executiva da Frente Parlamentar Mista em Defesa das APAES, das Pestallozzis e
de Entidades Coirmãs.

“Ela, de maneira intensa, se empenhou e ressaltou a
relevância da alteração”, disse o parlamentar.

O presidente da Frente Parlamentar manifestou sua certeza de que “juntos, avançaremos na construção de uma
sociedade que respeite o direito de todos e garanta justiça social”. 


+ Economia