Câmara vai votar criação de funções gratificadas para servidores na próxima terça

  • F. A. Barbosa
  • Publicado em 19 de fevereiro de 2022 às 09:00
compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin

Comissões da Câmara mantiveram projeto de autoria do presidente Claudinei da Rocha; vereadores ainda têm dúvidas

Comissões da Câmara mantiveram projeto de autoria do presidente Claudinei da Rocha; vereadores ainda têm dúvidas

A Câmara Municipal votará, na próxima terça-feira, a criação de funções gratificadas para servidores da Casa de Leis.

As comissões de mérito do Poder Legislativo decidiram pela legalidade do projeto, que é de autoria do presidente da Câmara, Claudinei da Rocha, e dos demais integrantes da Mesa Diretora.

Segundo o projeto, será criada uma Função Gratificada para o setor de Comunicação, para assessoria, destinada à ocupação por servidor de carreira.

Outra mudança será no cargo de diretor-geral. Atualmente, é acrescido ao salário do ocupante um percentual de 30%. A iniciativa prevê que tal índice seja aumentado para 60%, ou seja, o dobro.

A alegação do Jurídico é que o cargo é o que demanda maior responsabilidade e tem muitas atribuições, portanto, a suplementação se faz necessária.

Alguns dos vereadores estão vendo com desconfiança os projetos, mas, para não haver indisposição com os servidores, a tendência é que seja aprovado.

“Tem muitas coisas que precisam ser revistas, inclusive com relação aos vereadores. A condução é do presidente, mas é preciso que os vereadores decidam juntos”, disse Carlinho do Petrópolis, que presidiu a reunião das comissões.

Marcelo Tidy disse que é favorável ao reconhecimento do atual diretor-geral, mas que deveria ser mais amplo. “Sou favorável, mas que se faça a todos os servidores. Vou dar um exemplo: o nosso motorista. Quando ele viaja, deixa a família, pega chuva na estrada, é uma responsabilidade grande. E há outros servidores”, disse Tidy.

Lurdinha Granzotte também fez questionamentos sobre os projetos, que ainda deverão ser alvo de ajustes de bastidores até chegar à votação.


+ Política