iFood faz mais de 1 milhão de entregas/dia durante a pandemia. E vai crescer

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 24 de maio de 2020 às 18:50
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 20:45
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Essa é a média diária atendida pela empresa. A tendência do delivery deve permanecer após a pandemia?

A pandemia de Covid-19 mudou os hábitos de consumo do brasileiro. Nesse contexto, o iFood atingiu recorde de 30,6 milhões de pedidos em abril. 

Para Diego Barreto, vice-presidente de estratégia e finanças da empresa, a mudança veio para ficar.

“Os serviços digitais começaram a ser usados como uma comodidade, mas viraram essenciais.” Os números cresceram em diversas áreas. 

Em abril, 980.000 pães foram vendidos pela plataforma, uma alta de 133% sobre o mês anterior. O número de estabelecimentos cadastrados em março subiu 13% em comparação com fevereiro, para 160.000.

Outra mudança é a entrada da alta gastronomia no iFood. Para adaptar a experiência do salão, restaurantes estão criando novos produtos. 

E, embora tenha limitado a entrada de novos entregadores para não prejudicar o fluxo de trabalho daqueles já cadastrados, o iFood registrou um aumento desses profissionais, para 170.000.

Para Barreto, ainda que o número de pedidos recue após o fim da quarentena, no mundo pós-pandemia a tendência do delivery deve permanecer. “Os restaurantes serão mais digitais”, afirma.


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