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Marco Garcia afirma que não vê direitos humanos se manifestarem pelos agredidos por andarilhos
Franca tem aproximadamente 1,2 mil moradores de rua cadastrados junto à Secretaria de Ação Social, segundo os dados do poder público municipal. Muitos deles perambulam pelas ruas e avenidas e vivem de pedir dinheiro.
Uma campanha foi iniciada nesta semana pela Prefeitura para conscientizar a população de Franca à nocividade do ato de dar dinheiro a essas pessoas. Isso porque grande parte dos recursos é destinada por eles para comprar e consumir álcool e entorpecentes.
Para o vereador Della Motta (Podemos), é preciso ter respeito à Constituição, que garante o direito de ir e vir às pessoas, que legalmente podem morar nas ruas, mas há de se ter cautela e oferecer proteção aos demais. “Esse direito não pode interferir no direito de ir e vir que a população de bem também possui. Temo a hora que a população começar a reagir”, disse.
O presidente da Câmara Municipal, Marco Garcia (PPS), disse que há uma inversão de valores na situação vivida atualmente pelos francanos. “A gente não vê os direitos humanos defendendo as pessoas agredidas. Se fosse um morador de rua, com certeza, muita gente estaria se manifestando”.
O vereador Pastor Otávio (PTB) enalteceu a necessidade da campanha e afirmou que a mendicância prejudica o bem-estar dos francanos e causa revolta. “Há estudos que afirmam que cada uma dessas pessoas chega a arrecadar R$ 80 ao dia. Dá um salário que muitos trabalhadores não têm”, afirmou o parlamentar.