​Unicamp sem medo

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Prova  de conhecimentos gerais provocativa.

  • Humanas: 13 questões de língua portuguesa e literatura; 12 interdisciplinares; 9 de história e 9 de geografia.
  • Você saber ler? Tem bom vocabulário? É isso que a prova quer explorar.
  • Você construiu um bom repertório cultural? Está atualizado? Então, uma prova com quatro alternativas, baseada em análise de textos, não trará problema, para quem precisa responder 90 questões em 5 horas.
  • Na verdade, você tem 4h30. Os outros 30 minutos devem ser usados para marcar as alternativas no gabarito. Não marque na medida em que mata a questão, porque gabarito não aceita desatenção e arrependimento.
  • A prova não é confeccionada para alunos especialistas, mas para os que apresentam regularidade em todas as áreas.
  • As alternativas devem ser lidas antes do texto, para que elas direcionem a sua leitura. A resposta está no texto. Releia o verso ou parágrafo, porque a resposta está ali. Os que não têm o hábito de ler poesias são os que mais precisam usar esse método.
  • Essa história de compensar pode não dar certo. Funciona como aquela velha situação de andar devagar por causa do trânsito engarrafado e depois correr para tirar a diferença, quando ele alivia. A ansiedade leva a uma trombada.
  • Oralidade x norma culta: são as questões mais constantes. Tome cuidado com a relação entre como falamos e como escrevemos. Movimentos populares, como o funk, fogem da norma culta.
  • Os gêneros textuais são mais explorados na prova de redação, mas vez ou outra aparecem na prova de testes.
  • Livros: os examinadores exploram pouco as escolas literárias; exploram poucos aspectos específicos das obras, pois são muitas, no entanto são constantes as analogias entre elas são constantes; exploram muito os poemas em verso (principalmente) e em prosa.
  • As obras literárias são exploradas em outras disciplinas, como história, atualidades, filosofia e sociologia. Por exemplo, a questão da “negritude” pode ser bastante explorada.
  • As obras Os Sermões do padre Antônio Vieira e o Espelho, de Machado de Assis, tendem a ser mais exploradas, porque entraram na listagem atual.
Não descarto alguns temas, como a questão da “escravidão” e da “decadência da aristocracia”, porque obras como O Cortiço, O espelho, Negrinha e Poemas Negros, tratam desse tema. Outro é o papel da mulher na sociedade: Rita Baiana, Leónie e Pombinha, em O Cortiço. A xenofobia e o racismo também: O Cortiço e Terra Sonâmbula (Albino – Cortiço); Vera (Caminhos Cruzados); exclusão social (Cortiço – Caminhos Cruzados)

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