Durante o mês de conscientização sobre saúde mental, especialistas destacam como a prática de exercícios, sono regular e controle de estimulantes ajudam a amenizar sintomas ansiosos
No Setembro Amarelo, entenda quais hábitos saudáveis ajudam a reduzir a ansiedade, descubra o que evitar na rotina e saiba quando procurar ajuda (Foto Arquivo)
O Setembro Amarelo traz à tona a importância da conscientização sobre a saúde mental e o cuidado com os transtornos emocionais.
Entre os problemas mais discutidos está a ansiedade, colocando o Brasil no topo do ranking dos países mais afetados pela condição, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Embora a ansiedade seja uma reação natural do corpo a situações de estresse, ela exige atenção quando passa a prejudicar o sono, o trabalho e as relações cotidianas.
Hábitos Saudáveis que Aliviam a Ansiedade
Além do acompanhamento médico indispensável, a adoção de uma rotina equilibrada com evidências científicas sólidas pode fazer toda a diferença:
Atividade física regular: Exercícios aeróbicos ajudam a liberar endorfina e diminuir a tensão acumulada;
Manejo do estresse: Técnicas de respiração, relaxamento e mindfulness favorecem o foco no momento presente;
Lazer ativo: Participar de atividades prazerosas desvia o foco das preocupações excessivas;
Higiene do sono: Dormir bem é essencial, já que a privação de descanso aumenta a vulnerabilidade emocional.
O Que Deve Ser Evitado no Dia a Dia
Alguns hábitos cotidianos e muitas vezes silenciosos funcionam como gatilhos para piorar o quadro ansioso. O consumo exagerado de cafeína (presente em cafés, energéticos e pré-treinos) pode causar palpitações e tremores, enquanto o álcool, apesar da falsa sensação inicial de relaxamento, gera um efeito rebote prejudicial.
Especialistas também alertam para o excesso de tempo nas redes sociais, a exposição constante a notícias alarmantes, o sedentarismo e o isolamento social, que enfraquecem as redes de apoio emocional.
Quando Buscar Ajuda Profissional?
Mudanças no estilo de vida são fundamentais, mas não substituem o tratamento clínico quando o transtorno se instala.
Caso os sintomas persistam por longos períodos, haja crises frequentes ou a pessoa passe a evitar situações cotidianas por medo, é fundamental procurar o acompanhamento de psicólogos ou psiquiatras.