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Prefeito mostra, de novo, falta de visão para gerir recursos públicos
A falta de objetividade e critérios práticos e transparentes pelo governo Gilson de Souza (DEM) voltou a causar desgaste à administração, depois que o Jornal da Franca publicou matéria de que a Prefeitura está contratando a FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, devendo sacrificar, para isso, recursos que somam (apesar do período de vagas magras), o valor de R$ 363.250,00 (trezentos e sessenta e três mil e duzentos e cinquenta reais).
A contratação é por Dispensa de Licitação e um dos questionamentos feitos pelo JF é a semelhança do objeto do contrato que se enquadram na capacidade técnica do Uni-Facef – Centro Universitário de Franca, do qual a Prefeitura é controladora através de administração indireta.
Um dos questionamentos que surgiram após a publicação da matéria pelo JF é em relação o gastos com a Prefeitura com ocupantes de cargos de primeiro escalão, principalmente Secretários, a quem caberia – até porque são muito bem pagos para tal – elaborar política estratégicas de governo e de desenvolvimento, planejar ações, estabelecer políticas públicas no âmbito da administração do Município.
Ao dispender recursos – que hoje fazem muita falta em outros setores, com um contrato que poderia ser evitado em tempos de crise financeira na Prefeitura, o governo Gilson, mais uma vez, mostra uma visão distorcida do que deve ser feito em favor do desenvolvimento.
Cobrar ação mais eficiente de seus secretários e utilizar os recursos que estão sendo gastos com FIPE para solucionar questões urgentes, como a falta de médicos na rede básica de Saúde, é o mínimo que se espera do Prefeito Gilson de Souza, que, mais uma vez, mostra desconhecimento e falta de tato para governar.
Bastaria colocar seu secretariado para trabalhar em favor da cidade, pensando no coletivo, em vez de permitir que, cada um, a seu modo, dê tiros de pólvora seca para todos os lados, sem considerar o senso comum que deve prevalecer na administração pública.