O acesso ao interior da agência tem sido limitado a poucas pessoas por conta do risco aos funcionários
Por conta da liberação de R$ 600,00 do plano emergencial da Covid-19, o movimento na Caixa Econômica Federal, agência do centro, é surpreendente.
Necessitados do dinheiro que está sendo liberado, as pessoas acorreram à agência. Até aí, as autoridades de segurança consideram normal.
O que não entendem é o fato das pessoas não respeitaram o limite de distanciamento conforme preconiza as autoridades de saúde em face ao Coronavírus.
O acesso ao interior da agência tem sido limitado por conta do risco aos funcionários e também por foi a norma determinada pelo Ministério da Saúde para autorizar o funcionamento das agências, ainda que em horário reduzido.
Certamente, as pessoas que se submetem às filas e ao tempo de espera são as que não têm conta na Caixa Federal e precisam dos recursos que estão sendo liberados. Assim, quem vai à Caixa, se aglomera na fila que se estende pela rua Saldanha Marinho.
O que se percebe é que no final da final as pessoas ainda mantém a distância de um metros e meio ou um pouco menos. Mas, à medida que se aproxima da entrada, a fila vai se apertando e já não existe nenhum distanciamento.
A situação é grave, pois além do distanciamento reduzido, há o forte calor.
A Polícia Militar mantém viaturas no centro da cidade, inclusive uma estacionada na porta da Catedral. Porém, se não há anormalidade na ação das pessoas, sobra para os policiais apenas a questão de orientar.