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Mais 5 milhões de brasileiros podem ser incluídos no auxílio emergencial do governo

  • Cláudia Canelli
  • Publicado em 7 de maio de 2021 às 16:30
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Continuam a ter direito ao auxílio emergencial os cidadãos enquadrados nos mesmos requisitos estabelecidos no ano passado.

Ainda que em menor valor, o Auxílio Emergencial pode ser esticado para mais de 5 milhões de brasileiros

O Governo Federal pretende incluir cerca de 5 milhões de brasileiros na nova rodada do auxílio emergencial de 2021.

A medida poderá ser viabilizada após os técnicos da equipe econômica avaliarem que o número de brasileiros elegíveis ao benefício ficou abaixo do esperado.

Saldo 

Sendo assim, restou um saldo destinado ao pagamento do auxílio emergencial.

O valor será agregado por um crédito extraordinário na margem de R$ 1 bilhão, visando completar os R$ 44 bilhões previstos e devidamente autorizados para o respectivo financiamento.

A previsão feita pelo Ministério da Economia era para que 45,8 milhões de brasileiros fossem contemplados pelo auxílio emergencial de 2021.

Elegíveis

No entanto, após apurar os dados com calma, foram identificados apenas 39,2 milhões de beneficiários elegíveis.

Este saldo resultou na edição de uma nova Medida Provisória (MP) capaz de flexibilizar os critérios de concessão do auxílio emergencial e incluir novos cidadãos na fase atual.

Vale ressaltar que o Governo Federal não irá liberar novos cadastros, pois apenas fará uma reanálise dos cadastros feitos no ano de 2020.

Lembrando que um dos critérios principais para ter direito ao auxílio emergencial de 2021, é ter sido aprovado no ano passado.

Porém, haverá uma particularidade de agora em diante.

Aqueles que não foram aprovados no auxílio emergencial em 2020, mas que devido a alguma mudança no setor trabalhista passou a se enquadrar nos critérios de concessão, poderão ser contemplados este ano.

A mesma proposta também terá validade para os beneficiários que receberam as primeiras parcelas do benefício no ano passado, mas que tiveram o pagamento suspenso por terem começado um emprego com carteira assinada, por exemplo, mas que agora estão desempregados.


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