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Ex-vereadora mais votada da cidade, Valéria foi demitida recentemente de cargo do governo do Estado
Em poucos anos, a arquiteta Valéria Marson conheceu os dois lados da política. O bom, dá glória, vitória e reconhecimento, e do ruim, do ostracismo e esquecimento.
Valéria foi secretária do último governo de Sidnei Rocha e tinha livre acesso ao prefeito. Candidatou-se a vereadora, sendo a mais votada de Franca naquela ocasião, em 2012, com mais de cinco mil votos.
Seu mandato, porém, foi marcado pelo distanciamento com o prefeito Alexandre Ferreira e pelo isolamento dentro de seu partido da época, o PSDB.
Perdeu o mandato, por infidelidade partidária, no último ano da legislatura, ao migrar para o desconhecido Partido da Mulher Brasileira e depois para o PSD.
Por esta legenda, foi candidata a vice-prefeita, com o próprio Sidnei Rocha, mas acabaram derrotados por Gilson de Souza (DEM).
Pouco tempo depois, assumiu a chefia do escritório regional do governo, na antiga Unesp, por indicação de Roberto Engler e Sidnei Rocha, derrubando na ocasião, Moacir de Almeida, que estava havia 17 anos no cargo.
Mas a ascensão durou pouco e Valéria foi demitida, dando lugar ao ex-prefeito de Itirapuã, Marcos Alves, por indicação do mesmo Roberto Engler, que deixou o PSDB e agora está no PSB. “Marcão” é seu antigo apoiador e assessor.
SEM OPÇÃO
Valéria voltou, então, ao ostracismo político. Sem espaço no Estado, na Prefeitura, decidiu aparecer no cenário de uma forma duvidosa.
Com mais de 21 candidaturas por Franca, declarou seu apoio a Samantha Nogueira, mulher do prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira.
Valéria recebeu críticas pelas redes sociais em razão de sua escolha de apoiar a candidata de Ribeirão, sendo que há vários candidatos na cidade, inclusive quatro mulheres, tanto para deputada estadual como deputada federal.
Todo este cenário coloca em risco, inclusive, uma possível tentativa de voltar à Câmara dos Vereadores de Franca.