Para o aluno, o fechamento das salas noturnas em Franca resultará em superlotação nas escolas que permanecerem abertas
Durante a 44ª Sessão Ordinária da Câmara de Franca, na terça-feira, no uso da tribuna livre, o estudante Lucas Souza Ribeiro, de 17 anos, representante de um grupo de alunos da Escola Estadual Professor Capitão José Pinheiro de Lacerda, levantou uma relevante questão.
O aluno se manifestou contra o fechamento de salas de ensino noturno em Franca, que inclui a escola onde ele estuda, e em outras cidades do Estado. Ele acredita que isso pode causar prejuízos para a população francana.
“Em Franca temos 23 escolas noturnas. Fecharão este ensino noturno e ficarão só seis escolas. Nós estamos falando de um fechamento em massa que não ocorrerá só em Franca, que afetará o Estado de São Paulo” pediu apoio dos parlamentares.
Encerrando sua participação, Lucas agradeceu o apoio da Casa e destacou: “a educação não é um privilégio, ela é um direito. E nós temos que lutar por esse direito”. Para o estudante, o fechamento das salas noturnas resultará em superlotação nas escolas que permanecerem abertas e em exclusão de estudantes que dependem desse turno.