Se o resultado apresentar positivo para alguma substância, o candidato tem direito à contraprova ou uma nova coleta em prazo determinado.
Desde o ano passado, o processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vem passando por uma série de mudanças, voltadas principalmente a deixar o processo mais barato e menos burocrático.
Uma das mudanças (que empolgou muita gente) é o fim da exigência da baliza no exame prático (a temida banca) em vários estados. Por outro lado, foi ampliada a exigência legal do exame toxicológico.
Anteriormente, o exame toxicológico era exigido apenas para os condutores das categorias C, D e E (conduzir veículos de carga ou de transporte coletivo).
Com a ampliação, o teste também passa a ser exibido para candidatos das categorias A (motos) e B (carros), não apenas na renovação, mas também no processo de tirar a primeira habilitação.
Amostra de cabelo ou pelo
A justificativa para essa ampliação da exigência do exame é reforçar a segurança viária, mas críticos da medida afirmam que ela pode aumentar os custos da CNH adicionar uma nova barreira no acesso à habilitação, segundo Portal do Trânsito.
O exame toxicológico é feito a partir de amostras de cabelo ou pelos corporais, permitindo identificar o consumo de substâncias nos últimos 90 a 180 dias.
O toxicológico costuma ser exigido antes até mesmo da realização dos exames médicos e psicológicos, sendo necessário apresentar o seu resultado para continuar com as próximas etapas do processo.
De acordo com uma notícia do portal Diário do Comércio, se o resultado apresentar positivo para alguma substância, o candidato tem direito à contraprova (com mais uma análise da coleta em outro laboratório) ou uma nova coleta em prazo determinado.