Páscoa nos supermercados da região de Franca teve queda de 2,7%, diz APAS

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  • Publicado em 15 de abril de 2020 às 23:23
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 20:36
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Projeção é baseada em itens com vendas típicas para esta época do ano, e inclui bombons, ovos, peixes e etc

Após um aumento expressivo nos primeiros 10 dias da crise do Covid-19, as vendas nos supermercados se estabilizaram, inclusive apresentando queda em alguns dias, como ocorreu neste último domingo e segunda-feira. 

Na grande São Paulo as vendas caíram 11%, enquanto no interior a retração foi de 19%, nesses dois dias.

Desde a última terça-feira, dia 7 de abril, quando as vendas haviam crescido 45,1% (semana anterior à Páscoa), o movimento presencial nas lojas tem apresentado queda.

A Associação Paulista de Supermercados – APAS, mais uma vez, sugere aos consumidores que não estoquem produtos e não comprem além de suas necessidades do mês, como forma de ajudar na manutenção dos preços e permitir o abastecimento à maior parte da população.

Importante também buscar produtos substitutos que podem estar com preços menores.

A queda no movimento também reflete que o abastecimento está se normalizando com a maioria da população ficando em casa, como recomenda a quarentena determinada pelo governo do Estado.

Páscoa

As vendas de Páscoa, que estavam projetadas pela APAS para cair -8,5% no estado, acabaram fechando em queda de -3.7%. 

Essa melhora na previsão aconteceu por causa do aumento do movimento presencial nas lojas, durante a semana santa. 

A Grande São Paulo, Baixada Santista e regiões de Bauru, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Vale do Paraíba e Araçatuba registraram melhoras nas projeções anteriores da APAS.

Na região de Ribeirão Preto a projeção de queda nas vendas da Páscoa nos supermercados era de 10%, porém acabou sendo registrada a queda de apenas 2,7%. 

A projeção é baseada em itens com vendas típicas para esta época do ano, e inclui bombons, ovos, barras e tabletes de chocolate, refrigerantes, cerveja, vinho e peixes.

O principal motivo é o contexto econômico atual, onde famílias voltaram seus gastos para produtos básicos, higiene e limpeza.


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