Rinite: saiba 7 plantas que ajudam no controle da alergia

  • Rosana Ribeiro
  • Publicado em 21 de abril de 2026 às 07:30
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O pólen de flores pode ocasionar quadros de rinite alérgica. Apesar disso, algumas espécies de plantas aliviam os sintomas da doença

No caso específico da rinite alérgica, a principal forma de tratar a condição é com o controle ambiental (Foto Arquivo)

 

A rinite é uma doença inflamatória das mucosas do nariz, causada quando o nosso sistema respiratório entra em contato com substâncias tóxicas e irritantes que podem prejudicar o funcionamento dos pulmões.

Entre os sintomas mais comuns, estão o nariz entupido, coriza (nariz escorrendo), espirros, coceira e diminuição da capacidade de sentir cheiro.

Para tratar o problema, é preciso diferenciar a origem do quadro. Isso porque existe a rinite não alérgica, provocada por infecções causadas por vírus, bactérias ou fungos, medicamentos, hormônios e por problemas de saúde, como o refluxo gastroesofágico.

Já a rinite alérgica, como o nome explica, acontece quando o organismo reage ao entrar em contato com determinadas substâncias consideradas estranhas. É o caso, por exemplo, de poeira ou pólen de algumas flores.

Plantas podem aliviar rinite alérgica

Uma dica da otorrinolaringologista Dra. Renata Moura é o uso de plantas em casa para aliviar o ar que respiramos.

No entanto, a médica alerta que o indicado é uma planta a cada 10 metros, pois o excesso também pode ser prejudicial.

Entre os melhores tipos, a especialista destaca:

– Areca-bambu;
– Lírio-da-paz;
– Palmeira-ráfis;
– Samambaia;
– Filodendro;
– Dracena;
– Fícus-benjamim.

Outras formas de manter o lar distante dos alérgenos

No caso específico da rinite alérgica, a principal forma de tratar a condição é com o controle ambiental. Isto é, evitar a exposição aos causadores de alergia. “Se é poeira, se é mofo, então tem que ser um ambiente limpo, arejado”, destaca a profissional.

Renata dá algumas dicas para manter o ambiente protegido dos ácaros:

– Realize a limpeza do ambiente com pano úmido, principalmente no chão;
– Evite usar espanador e vassoura, o que pode espalhar poeira;
– Evite usar carpetes e tapetes;
– Utilize uma cortina de fácil higienização, com material lavável ou persiana para limpar com pano úmido;
– Faça a limpeza do filtro do ar-condicionado no tempo adequado (a cada semana, com troca anual);
– Evite ventiladores, especialmente de teto, que acumulam muita sujeira e dificultam a limpeza;
– Se não puder evitar, prefira ventiladores de pé, e não coloque-o em direção a cabeça;
– Higienize as hélices dos ventiladores semanalmente;
– No caso de pacientes com rinite alérgica, utilize máscara para limpar os ambientes.

Além disso, a otorrinolaringologista destaca a importância de realizar a lavagem nasal. Mesmo sem nenhum sintoma, o recomendado é lavar as narinas com soro fisiológico de uma a duas vezes ao dia.

“Mas, se entrar em crise, lave mais vezes, de cinco a sete vezes ao dia, por exemplo. O que vai te orientar com relação à lavagem é a secreção: quanto mais secreção, mais lavagem tem que ser feita”, afirma a médica.

Fonte: Saúde em Dia