Prefeito Alexandre Ferreira e vereador Daniel Bassi “compram briga” e querem reavaliação do Estado sobre o assunto
Prefeito Alexandre Ferreira e vereador Daniel Bassi em reunião com Aline Ferreira: políticos “compram briga” e querem reavaliação do Estado sobre o assunto
As autoescolas estão entre os segmentos comerciais mais prejudicados pelo fechamento em razão das restrições do Plano São Paulo. Ao todo, desde o início da pandemia, são pelo menos sete meses sem atividades.
Outro problema decorrente deste paradeiro é em relação aos alunos que tentam tirar a CNH – Carteira Nacional de Habilitação – e motoristas que querem mudar a letra de seu documento.
As autoescolas estão impedidas de trabalhar não só pelas restrições, mas também porque o sistema de acesso ao Detran e ao Poupatempo está fechado para os estabelecimentos. Ou seja, é impossível lançar informações como realização de aulas ou exames.
Nesta terça-feira, o prefeito Alexandre Ferreira e o vereador Daniel Bassi se reuniram com Aline Ferreira, proprietária de autoescola que procurou auxílio dos agentes políticos para essa questão. Ela relatou que os danos aos comerciantes e alunos é grande e que é possível ministrar as aulas em segurança sanitária.
Alexandre afirmou que vai fazer contato com a diretoria do Detran em São Paulo para que seja avaliada a situação das autoescolas. Um retorno ficaria condicionado, claro, ao atendimento de todo um protocolo preventivo.
Daniel Bassi disse que, a exemplo dos Ubers, que estão autorizados a trabalhar, as autoescolas têm condições de se preparar para ministrar as aulas com segurança.
“É possível fazer a higienização dos veículos após cada aula e seguir os protocolos, com máscara, álcool e tudo que as regras sanitárias exigirem. Tem muita gente inclusive que depende de conseguir tirar a CNH para poder trabalhar. Vamos aguardar o posicionamento do governo do Estado”, afirmou Daniel Bassi.