Com ciúmes, homem mata rival a machadadas por causa da ex-namorada

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  • Publicado em 24 de junho de 2016 às 10:31
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 17:49
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Vítima estava em um bar com a companheira quando foi atacado pelo criminoso com golpes de machado

Os crimes passionais não param de ser registrados pelo país e o aumento deles chega a preocupar. Um deles aconteceu no último dia 12 de junho, na cidade de Pedro de Toledo, interior de São Paulo. O motivo teria sido ciúmes.

Segundo informações da Polícia Civil, a vítima, identificada como Fernando Marcon Azevedo, estava se relacionando com uma garota que foi ex-namorada de JVM, que é suspeito do assassinato.

No dia 12 de junho, a vítima estava em um bar junto com a companheira quando resolveu ir até os fundos do estabelecimento para pegar lenha para uma fogueira. O suspeito se aproximou do local sem ser notado e atacou Fernando com um golpe de machado na nuca. Ele fugiu logo depois do crime, também sem ser visto.

Fernando Marcon Azevedo foi morto a golpes de machado nos fundos deste estabelecimento (Foto: Reprodução/Google Street View)

O corpo foi localizado minutos após o crime ter ocorrido, pelo dono do bar, que estranhou a demora de Fernando. Ao encontrar o corpo, o comerciante acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que constatou que o homem já estava morto. A Polícia Civil foi até o local e encontrou o machado.

Inicialmente, a polícia declarou o crime como ‘morte suspeita’, mas continuou investigando e descobriu sobre a rivalidade entre Fernando e JVM por causa da relação de ambos com a mesma mulher.

 Durante as investigações, os agentes descobriram que esta não era a primeira vez que João foi acusado de ter matado outra pessoa a machadadas. Em abril de 2011, ele atacou e matou outro homem, sendo condenado a seis anos de prisão pelo crime, que também ocorreu em Pedro de Toledo. Ele estava em liberdade.

Com essas informações, os policiais conseguiram prender o suspeito. Ele está em prisão temporária por 30 dias, mas o delegado Bruno Lázaro afirma que pedirá a prisão preventiva após o inquérito ter sido concluído.


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