Vereadores devem manter decisão da Comissão por arquivamento parcial

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 6 de novembro de 2017 às 08:19
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 18:25
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Processo que pode terminar na cassação do prefeito de Franca segue na Câmara dos Vereadores

Não deverá haver problemas para a Comissão Processante da Câmara dos Vereadores ter seu relatório pela continuidade parcial das investigações contra o prefeito Gilson de Souza (DEM) seguirem no Legislativo. 

A votação deverá acontecer nesta terça-feira, no período da manhã, durante a leitura dos projetos de lei. Caso a decisão de arquivamento parcial seja rejeitada pela Câmara, os trabalhos da Comissão Processante seguirão normalmente, uma vez que o arquivamento total sequer foi cogitado pelos membros Adermis Marini (PSDB) e Della Motta (Podemos). Esta era a opção somente do governista Arroizinho (PMDB), mas ele foi voto vencido.

O advogado de defesa de Gilson de Souza (DEM), Denílson de Carvalho, foi notificado, na última quarta-feira, sobre a decisão da Comissão de continuar com as investigações de denúncia contra o prefeito de Franca.

Das duas denúncias feitas contra Gilson de Souza, será arquivada a que o acusa de renúncia de receitas, ao deixar de realizar a fiscalização de ambulantes em Franca. Os vereadores decidiram pelo arquivamento por haver um Termo de Ajuste de Conduta entre o município e o Ministério Público, dando prazo até janeiro para o problema ser resolvido.

A segunda denúncia, que seguirá em apuração, é a de suposto favorecimento do município à Construtora Pacaembu, de Ribeirão Preto, com a cessão da Praça da Matriz para que a empresa vendesse imóveis de um empreendimento particular. Também chama a atenção o fato das vendas serem feitas antes mesmo da aprovação do projeto pelo município.

O presidente da comissão, Adermis Marini (PSDB), e o relator, Della Motta (Podemos) apresentaram voto pela sequência parcial dos trabalhos, enquanto Arroizinho (PMDB) votou em separado pelo arquivamento.


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