Equipe francana tem até o domingo para fazer os ajustes necessários para a estreia na Copa Super-8, diante do Brasília
Caso o Departamento Médico do Sesi Franca confirme também o afastamento de Rafael Mineiro, o técnico Helinho Garcia terá um desafio ainda maior para reorganizar a equipe.
Com os pivôs Cristiano Felício, Lucas Dias e Vitor Hugo fora de ação, a ausência do sexto homem deixaria o elenco praticamente sem opções naturais para a posição.
Diante desse cenário, a comissão técnica deverá recorrer à improvisação. Uma das alternativas é a utilização de Georginho atuando mais próximo do garrafão.
Apesar de não ser um pivô de origem, o ala armador se destaca pelo porte físico, força e explosão atlética, características que podem ajudar no enfrentamento físico contra adversários mais altos.
Impulsão
Outra possibilidade é Luiz Rodrigues, que também não possui a estatura ideal para a função, mas compensa com impulsão, intensidade e força física, especialmente na disputa de bolas aéreas e na defesa.
A principal mudança no desempenho da equipe sem Lucas Dias, Felício e, eventualmente, Rafael Mineiro, será sentida nos rebotes e no jogo interno. Tradicionalmente forte no garrafão, o Franca tende a perder volume de pontos originados em segundas chances ofensivas e jogadas próximas à cesta.
Com isso, Helinho Garcia deverá ajustar o esquema tático. A tendência é de uma defesa mais móvel, com trocas constantes e maior pressão no perímetro, além de um ataque mais espaçado.
A equipe deve explorar com mais frequência as infiltrações, a velocidade na transição e os arremessos de três pontos, apostando em um jogo mais aberto para compensar a falta de presença física no interior do garrafão.
As mudanças reforçam a necessidade de adaptação do elenco em um momento delicado da temporada, enquanto o clube aguarda a evolução clínica dos jogadores lesionados.