Especialistas reforçam que o segredo não está apenas no tipo de carne, mas na frequência, no corte e na forma de preparo
A escolha da carne certa pode fazer diferença não apenas no sabor das refeições, mas também na saúde e no controle de peso. Em Franca, nutricionistas alertam que cada tipo de carne — frango, bovina, peixe ou suína — apresenta características nutricionais distintas, e a melhor opção depende dos objetivos e necessidades individuais.
O frango, especialmente sem pele, é uma das fontes mais magras de proteína. Ele fornece aminoácidos essenciais, é de fácil digestão e tem baixo teor de gordura saturada, sendo ideal para quem busca ganho de massa magra e controle do colesterol.
A carne bovina oferece proteína de alta qualidade e é rica em ferro, zinco e vitamina B12, nutrientes importantes para a energia e o funcionamento do organismo. Cortes magros, como patinho, coxão duro e filé mignon, são indicados para manter a ingestão de gordura sob controle.
O peixe se destaca pelo teor de ômega-3, gordura saudável que protege o coração e auxilia na função cerebral. Salmão, sardinha, atum e truta são exemplos de peixes que combinam sabor e benefícios cardiovasculares, sendo recomendados ao menos duas vezes por semana.
A carne suína, quando escolhida em cortes magros como lombo ou filé mignon suíno, também pode integrar uma dieta equilibrada. Ela fornece proteínas de qualidade, vitaminas do complexo B e minerais, mas requer atenção aos cortes mais gordurosos, que aumentam a ingestão de calorias e gorduras saturadas.
Especialistas reforçam que o segredo não está apenas no tipo de carne, mas na frequência, no corte e na forma de preparo. Optar por grelhados, assados ou cozidos, evitando frituras e excesso de sal, garante sabor e valor nutricional, sem comprometer a saúde.
Em resumo, frango e peixe são geralmente preferíveis para quem busca equilíbrio entre proteína e gordura saudável, enquanto cortes magros de carne bovina e suína também podem fazer parte de uma dieta nutritiva e variada.