Pandemia faz crescer as contratações nas redes de supermercados

  • Joaquim Felix
  • Publicado em 30 de dezembro de 2020 às 12:41
  • Modificado em 11 de janeiro de 2021 às 13:02
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Crescimento de empregos no setor é um dos melhores nos últimos tempos, segundo a APAS

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Em novembro, o varejo alimentar brasileiro criou 39, 8 mil vagas – melhor resultado para o mês desde 2014. O Estado de São Paulo liderou com 9,6 mil novos empregos no mês. 

O resultado estadual é 43,6% maior que novembro de 2019 e o triplo do registrado em outubro deste ano, se consolidando como o melhor resultado de novembro na década.

Com os resultados atuais, o acumulado do ano é 14,2 mil novas vagas de emprego, superando a expectativa inicial de 2020, que era a de 13 mil vagas.

O número se aproxima do número de vagas criadas em 2014, quando o setor supermercadista empregou 16 mil pessoas de janeiro a novembro. 

“Historicamente, o fim de ano é quando o setor mais investe na contratação de pessoal. E mesmo com os desafios econômicos impostos pela pandemia, a essencialidade do setor supermercadista nos permitiu chegar ao fim de 2020 com um bom número de novos postos de trabalho criados. Este contexto corroborou para que os supermercados tenham o melhor mês de novembro de geração de empregos em uma década e o melhor acumulado dos últimos seis anos”, explica o presidente da APAS, Ronaldo dos Santos.

Na análise por canais do varejo alimentar no mês de novembro, os minimercados e atacados registraram o dobro de geração líquida que a média anual histórica. J

á os hortifrútis, o triplo. Atualmente, o setor varejista alimentar paulista emprega 562,3 mil pessoas.

Na comparação entre estados, São Paulo foi disparado o recordista de contratações. Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul completam o top 5.