Como continuar vendendo para o seu cliente com a pandemia do Coronavirus; quais necessidades
A rotina dos brasileiros mudou radicalmente nos últimos seis meses. A consequência desse comportamento, imposto pelas medidas de isolamento social, reflete diretamente nos hábitos de consumo.
Com os pais trabalhando em casa, as crianças e jovens estudando de maneira remota e ao vivo, o comércio fechado, a insegurança em relação ao contágio da Covid-19 e também à instabilidade da economia, as famílias se tornaram mais digitais, compram apenas por necessidade e valorizam qualidade de vida e relacionamentos.
Segundo Jean Dunkl, CEO da CPD Consultoria e consultor especialista em gestão estratégica de negócios, as empresas têm que se adequar a essa nova realidade norteada pela inovação e transformação digital.
“Este é o melhor momento para os empreendedores refletirem se os seus negócios continuam fazendo sentindo neste cenário e, mais do que isso, se reinventarem. Essa mudança no comportamento do consumidor será cada vez mais rápida”, afirma.
As “novas” regras são influenciadas pelo stay home (ficar em casa).
“As pessoas começaram a priorizar o ambiente doméstico e buscar novas experiências no aconchego do lar. Há uma valorização do espaço, além do home office, refeições e lazer em família, com jogos on-line, livros, músicas e serviços de streaming (Netflix, por exemplo). Busca por mais conforto e menos tendência, e ainda valorização da sustentabilidade e atitudes solidárias”, diz Jean.
Além disso, o consumidor reduziu os gastos com supérfluos e as compras impulsivas. Todas essas mudanças precisam ser acompanhadas pelas empresas que têm muitos desafios pela frente.
Atenção às dicas do consultor para atender às novas necessidades e expectativas de consumo.
1 – Presença digital
2 – Estar atento ao lifestyle (estilo de vida) do consumidor
3 – Valorizar o dinheiro do cliente
4 – Relacionamento e fidelização
5 – Tomada de decisão
“São atitudes simples que a empresa pode promover no seu dia a dia e que, com certeza, vão influenciar o consumidor na hora da compra”, finaliza o consultor.