Mais um motivo para não faltar o treino: uma pesquisa apontou que pessoas fisicamente ativas têm mais satisfação no sexo
É de conhecimento público que fazer exercícios é bom para a saúde física — mas e quanto à vida sexual? A Zip Health publicou uma pesquisaapontando que fazer atividade física impacta positivamente a libido, a confiança e a satisfação no sexo.
Segundo a farmacêutica norte-americana, pessoas fisicamente ativas têm 76% mais probabilidade de relatar satisfação sexual do que as sedentárias. E mais: um em cada três americanos (32%) evita sexo porque se sente fora de forma.
Os pesquisadores entrevistaram mais de mil pessoas e apontaram que pequenas mudanças na atividade física podem ter grandes efeitos no quarto.
Mais disposição
Oprofissional de educação física Luiz Fernando Lukas destaca que existem inúmeros benefícios sexuais em ter uma vida mais ativa. “Em primeiro lugar, o exercício físico ativa a circulação sanguínea e isso ajuda o coração a bombear melhor o sangue, favorecendo também a atividade sexual.”
“Além disso, o exercício físico, assim como o sexo, reduz o estresse e a ansiedade. A atividade física elimina o cortisol, que é o hormônio do estresse, e tudo isso vai contribuir para você estar mais relaxado e com mais disposição na hora de fazer sexo”, acrescenta o profissional.
Quando se trata de quais características físicas são mais importantes para o desempenho sexual, a resistência cardiovascular (50%) e a força do core (49%) lideraram a lista, seguidas por flexibilidade e mobilidade (46%). Essas funções geralmente andam de mãos dadas com maior resistência, equilíbrio e confiança na cama.
Saiba mais detalhes da pesquisa
Segundo a pesquisa, 70% dos americanos relataram um aumento na confiança sexual após a prática de exercícios . Isso incluiu 73% dos millennials, 69% da geração Z, 73% dos homens e 68% das mulheres, mostrando o quão universal esse benefício pode ser.
Outro dado destacado no estudo é que nos dias em que se exercitaram, 62% dos americanos disseram que se sentiam mais confiantes para iniciar o sexo. Segundo o portal Metrópoles, esse número foi ligeiramente maior entre os homens (65%), mas ainda forte entre as mulheres (59%).