Justiça realiza retorno gradual de atividades presenciais; Franca está fora

  • Joao Batista Freitas
  • Publicado em 31 de julho de 2020 às 09:49
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 21:02
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Atendimento em Franca continua remoto até o dia 10 de agosto por conta das medidas restritivas

​Enquanto em muitas cidades do Estado de São Paulo retornaram com suas atividades nas Comarcas existentes, em Franca a suspensão deverá seguir até o dia 10 de agosto, por conta das medidas restritivas contra o Coronavírus.

O acesso remoto realizado pelo Tribunal de Justiça atingiu 100% desde março deste ano, mas com o retorno gradativo das atividades econômicas desde o dia 27 de julho, algumas cidades já estão realizando de forma gradual e escalonada o retorno das atividades.

Parte das unidades está aberta para serviços internos, exames de processos físicos e atendimento e prática de atos presenciais que sejam estritamente necessários.

No entanto, Franca e outras 84 comarcas permanecem em trabalho 100% remoto ao menos até o dia 10 de agosto, pois estão na Fase 1 (vermelha) do Plano São Paulo, baixado pelo Governo estadual. 

As medidas adotadas pelo Tribunal de Justiça durante o período de isolamento social imposto pela Covid-19 foram eficazes e, para o retorno gradativo, o foco da Administração é a segurança e a saúde para todos que trabalham e frequentam os prédios do Judiciário.

Para que isso fosse possível, o TJSP vem estudando medidas e planejando a aquisição dos materiais necessários desde maio.

Ainda em junho, o presidente, desembargador Geraldo Pinheiro Franco, criou grupo de trabalho para implementação e acompanhamento das medidas, com reuniões semanais.

O grupo é composto pelo próprio presidente; pelo vice-presidente, desembargador Luis Soares de Mello; pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Ricardo Mair Anafe; além de juízes assessores, juízes diretores de fóruns; secretários e uma médica da Diretoria de Assistência e Promoção de Saúde. 

“Foram meses de trabalho e, desde o começo, nossa preocupação sempre foi preservar as pessoas. E, em sendo esse o nosso norte, cada linha que escrevemos, cada normatização, teve como foco a vida humana”. 

“Afinal, somos aproximadamente 40 mil servidores, três mil magistrados e dez mil terceirizados e, naturalmente, essas pessoas convivem com outras. Daí a importância das nossas decisões e seus reflexos”, conta o vice-presidente Luis Soares de Mello. 


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