Inscritos no Enade já podem preencher o Questionário do Estudante

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 4 de setembro de 2017 às 15:21
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 18:20
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O Questionário faz um levantamento do perfil socioeconômico e acadêmico dos participantes do Enade

Os inscritos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2017 já podem preencher o Questionário do Estudante no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais (Inep).

O formulário deve ser preenchido de hoje (04) até 26 de novembro, data de aplicação do exame. Será considerado irregular no Enade o estudante que não cumprir esse prazo.

Para responder, é preciso que o participante já tenha feito o cadastro no portal do Inep e recebido a senha, que será a usada também para acompanhar o andamento da inscrição, a consulta sobre o local de prova e a conferência do resultado individual.

O Questionário do Estudante faz um levantamento do perfil socioeconômico e acadêmico dos participantes do Enade, avaliando aspectos sobre o curso de formação.

Este é o primeiro ano em que os estudantes participam do processo de inscrição no exame. 

O coordenador do curso continua sendo o responsável pela inscrição, mas cada estudante deverá fazer o próprio cadastro, informando suas especificidades.

Aqueles que desejarem usar nome social devem fazer a solicitação sobre o atendimento do dia 11 ao dia 15 deste mês.

O Enade avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos, habilidades e competências adquiridas. 

Devem ser inscritos no exame os alunos dos cursos de graduação e os que estão entrando ou concluindo os cursos avaliados na edição, bem como estudantes irregulares. 

A cada ano, o exame avalia um grupo diferente de cursos superiores, ciclo que se repete a cada três anos.

Dados divulgados na semana passada sobre o Enade 2016 mostram que o estudante do ensino superior no Brasil vem de famílias com renda familiar de, no máximo, R$ 2.640; é branco (51,7%); solteiro (74,4%); mora com pais ou parentes (54,6%); não trabalha (56,4%); não tem renda (54,5%) e dedica, no máximo, a três horas de estudos semanais extraclasse.


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