Palhaçoterapia leva alegria ao Hospital Regional de Franca

  • Rosana Ribeiro
  • Publicado em 22 de abril de 2026 às 19:30
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Iniciativa com estudantes de Fisioterapia percorreu setores da unidade da Hapvida e mobilizou pacientes, acompanhantes e equipe de saúde

Palhaçoterapia leva momentos de descontração a pacientes e acompanhantes no Hospital Regional de Franca (Foto divulgação)

 

Uma ação de palhaçoterapia realizada na última segunda-feira (20), no Hospital Regional de Franca, unidade da Hapvida, levou música, interação e momentos de descontração a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde.

Conduzida por estudantes do 2º ano de Fisioterapia da Universidade de Franca (Unifran), sob responsabilidade da professora Lílian Gomes, a iniciativa percorreu diferentes setores da unidade, incluindo pronto atendimento, enfermarias, alas cirúrgicas, além das UTIs adulto, pediátrica e neonatal.

Promovendo bem-estar na rotina hospitalar

Caracterizados como palhaços, os alunos promoveram conversas, dinâmicas e intervenções musicais junto aos pacientes. A proposta foi criar pausas na rotina hospitalar e favorecer o bem-estar durante a internação.

“O ambiente hospitalar costuma provocar ansiedade, medo e sensação de perda de controle. A palhaçoterapia atua justamente nesse contexto, promovendo bem-estar e tornando a experiência da internação mais leve”, afirma Daniela Marcelino, fisioterapeuta da Hapvida em Franca.

Segundo ela, acompanhar a ação permitiu observar mudanças imediatas no ambiente. “O riso e a leveza transformam o clima, trazendo conforto emocional aos pacientes, familiares e à equipe”, completa.

Para a paciente Rosemary Aparecida Silva Mendes, a ação chegou em um momento significativo. Segundo ela, a iniciativa levou leveza ao ambiente e impactou diretamente quem está internado. “Talvez não tenham dimensão do impacto positivo disso para quem está aqui do outro lado”, afirmou.

Humanização faz parte da formação

Já para os estudantes, a experiência reforça o papel do cuidado humanizado na formação. “É uma experiência marcante, principalmente pelo contato direto com os pacientes. São também nesses momentos que a gente entende, na prática, o valor do cuidado e da presença”, conclui Miguel Rodrigues, aluno do 2º ano de Fisioterapia da Unifran.

 


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