Veja 3 truques simples para não cair em links falsos que parecem reais

  • Rosana Ribeiro
  • Publicado em 26 de agosto de 2025 às 12:30
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Links falsos imitam endereços reais para enganar usuários e roubar dados; veja dicas práticas para identificar URL maliciosa e se proteger

Golpes online que utilizam links falsos podem ser evitados com medidas simples que aumentam a segurança do usuário (Foto Freepik)

 

Golpes online que utilizam links falsos podem ser evitados com medidas simples que aumentam a segurança do usuário.

A fraude ocorre de duas formas: quando o endereço exibe uma URL aparentemente confiável, mas redireciona para outra página, ou pela manipulação de caracteres com o uso do alfabeto cirílico, que cria links visualmente idênticos aos originais, mas usados para aplicar golpes.

Para reduzir os riscos, é possível conferir a URL com o cursor do mouse, ativar a confirmação de download no navegador e recorrer a ferramentas gratuitas de verificação de links suspeitos. Saiba, a seguir, como se proteger e minimizar os riscos de ser infectado.

1. Usar o cursor do mouse

Uma das formas mais simples de identificar golpes online é observar com atenção o endereço para onde o link recebido direciona.

No computador, basta passar o cursor do mouse sobre o link para que a URL apareça no canto inferior da tela, revelando se o endereço corresponde ao site oficial ou se há alguma alteração suspeita, como letras trocadas ou domínios desconhecidos.

Já no celular, onde esse recurso não está disponível, a recomendação é copiar o link e colá-lo em um bloco de notas antes de clicar, o que permite analisar o endereço com calma e evitar acessos automáticos.

2. Ativar a confirmação de download no navegador

Outra medida essencial de proteção é ativar a confirmação de download no navegador. O recurso garante que nenhum arquivo seja baixado automaticamente para o PC sem a confirmação do usuário.

Ele pode ser útil para evitar downloads automáticos ao clicar em links maliciosos por engano, minimizando as chances de um malware ou spyware ser instalado no dispositivo sem que a vítima perceba.

Ao exigir uma autorização antes do download, o navegador oferece a oportunidade de verificar a origem do arquivo e impedir a instalação de softwares que possam comprometer o funcionamento do sistema.

3. Passar a URL em ferramentas de verificação

Utilizar ferramentas de verificação de links antes de acessar uma página suspeita também pode livrar o usuário de ataques.

Alguns serviços gratuitos, como o Google Transparency Report (transparencyreport.google.com/safe-browsing), e extensões de navegador, como o Bitdefender Link Checker, que analisam a URL, indicam se ela é segura ou se já foi denunciada por atividades maliciosas.

Ao colar o endereço nessas plataformas, o usuário consegue identificar tentativas de phishing, sites clonados ou páginas criadas para disseminar vírus, sem precisar se expor ao risco de abrir o link diretamente.

Fonte: TechTudo


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