Um dos casos que os vereadores bateram é do prédio da antiga escola Nadeide Scarabucci, na Vila São Sebastião
Um dos casos que os vereadores bateram é do prédio da antiga escola Nadeide Scarabucci, na Vila São Sebastião
Os vereadores estão de olho na falta de destinação, pela Prefeitura, de imóveis públicos municipais que estão vagos, sem utilização.
Segundo os parlamentares, muitos prédios pertencentes à Prefeitura estão sendo invadidos. Eles cobram uma posição do prefeito em relação à situação.
“Eu também fiz um requerimento com relação ao prédio do esqueleto, porque foi feita uma avaliação de R$ 95 mil lá, então estamos aguardando o retorno para ver se tem condições, ou não, e qual será o destino desse imóvel”, disse Della Motta.
Como exemplos pontuais, os vereadores mencionaram o abandono de escolas na região da Vila São Sebastião e Jardim do Éden, e cobram melhor acompanhamento do Poder Público.
“Quero lembrar o problema do prédio onde hoje é a Secretaria Municipal de Educação, um absurdo o que aconteceu, era um prédio particular e não tinha necessidade de pagar o horror que pagou para beneficiar uma família da cidade, sendo que vários prédios abandonados poderiam ser usados”, afirmou.
Nadeide
Um dos casos que os vereadores bateram é do prédio da antiga escola Nadeide Scarabucci, na Vila São Sebastião, na zona oeste do município.
Segundo os vereadores, a situação é “vergonhosa”. Ele relatam que foi feita uma promessa no começo da atual gestão de que seria feita uma escola de período integral lá no prédio da Nadeide, mas não se concretizou.
“Fizeram uma avaliação, disseram que reformar aquilo não dava certo e que tinha que jogar no chão e fazer uma escola nova, só que não estou vendo essa movimentação”, afirmou Pelizaro.
“Aquele prédio lá foi passado para a Prefeitura íntegro, com apenas algumas ferrugens, e depois virou aquilo após invasão”, completou Della Motta.
Também foram citadas a destruição da área que abrigava a antiga Ciretran e de uma escola no Jardim do Éden.
“A gente fala, cobra, passa cinco, seis anos, e nesse período tem vários prédios que foram detonados, já poderiam estar com outras entidades e projetos”, afirmou Zezinho Cabeleireiro.