Sobre a vacinação compulsória, os tribunais entendem que “a lógica da proteção da saúde é que o coletivo prima sobre o individual”.
Algumas empresas começam a imaginar a volta ao escritório e se preparam para enfrentar situações de dispensa de colaboradores
Apesar do ritmo ainda lento, a vacinação contra a covid-19 avança pelo país.
Muitos governadores já anunciaram que planos de ter toda a população adulta imunizada com a primeira dose até setembro.
Diante desse novo cenário, algumas empresas começam a se perguntar sobre como lidar com funcionários que se recusam a vacina.
Algumas empresas começam a imaginar cenários de volta ao escritório e se preparam para enfrentar situações de colaboradores que se recusam a ser imunizados.
Desligamento
Segundo o site 6 Minutos, cada empresa vai lidar com suas regras internamente. Citando Lúcia Santos, diretora de RH da Adecco Brasil., o site diz que “os RHs já preparam mudanças nos regimentos para prever desligamento, principalmente se essa recusa colocar em risco a saúde de outros colaboradores”.
Em alguns setores, com o de saúde, as demissões já começaram. Um hospital de São Caetano, no ABC Paulista, demitiu por justa causa uma auxiliar de limpeza que, mesmo depois de advertida, recusou a vacina por duas vezes sem apresentar nenhuma razão médica para isso.
A funcionária recorreu da demissão alegando que “não havia lei que obrigue o empregado a ser vacinado”. Mas a juíza do trabalho confirmou o desligamento.