Sebrae lançará parceria com fintech para acelerar crédito para as pequenas empresas

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  • Publicado em 9 de junho de 2020 às 19:12
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 20:49
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Pandemia fez com que 16 milhões de microempresas se vissem impedidas de trabalhar, somando prejuízos

O Brasil ainda não está preparado para fomentar o crédito a micro e pequenas empresas, acreditam autoridades do Sebrae, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. 

O governo federal de fato lançou crédito para as microempresas, mas o recurso não tem chegado a quem precisa, lembrou o diretor técnico, Bruno Quick, em uma live nesta terça-feira, 09 de junho, sobre a reabertura das empresas.

A entidade está fechando parceria com algumas fintechs e bancos digitais para acelerar a chegada do crédito a quem precisa.

Qual o tamanho do problema? Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pandemia fez com que 16 milhões de microempresas se vissem impedidas de trabalhar.

Entre os segmentos mais afetados estão: beleza, construção civil, economia criativa, moda, petshops e veterinários, serviço de alimentação e turismo.

Esses setores somam 13 milhões de empresas e 75% do total dos negócios no país. Eles empregam 46% do total de trabalhadores no país, e representam 59% do PIB.

Em dinheiro, movimentam R$ 612 bilhões por ano em forma de salário.

O que está sendo feito? O Sebrae está preparando cartilhas para a reabertura de cada setor. 

Para isso, considera protocolos também para a relação com colaboradores, clientes e fornecedores.

Como a atividade é diferente, os procedimentos também precisam ser. Até aqui, já foram criadas as cartilhas e vídeos orientativos para as seguintes atividades:

  • Bares e restaurantes
  • Lojas de vestuário, calçado e atacarejo
  • Salões de beleza
  • Academia de ginástica
  • Panificadoras e confeitarias
  • Meios de hospedagem
  • Supermercados
  • Construção Civil

Qual o objetivo do Sebrae? O objetivo é estruturar os processos e o passo a passo para que as empresas voltem a funcionar sem precisarem de novas quarentenas. 

O vai-não-vai da retomada das atividades é bastante prejudicial, Carlos da Costa, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia. Ele também participou coletiva de imprensa.

*6Minutos


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