Saiba como chamar aquele amigo “quietão” para as festas e confras de fim de ano

  • Roberto Pascoal
  • Publicado em 14 de dezembro de 2025 às 18:30
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Em tempos de confraternização, o verdadeiro espírito do fim de ano está justamente em acolher a todos os amigos

Com a chegada das confraternizações de fim de ano, empresas, grupos de amigos e famílias começam a organizar encontros para celebrar mais um ciclo que se encerra.

No entanto, para pessoas mais fechadas e introvertidas, esse tipo de convite nem sempre é recebido com o mesmo entusiasmo.

Saber como chamá-las de forma respeitosa e acolhedora pode fazer toda a diferença para que elas se sintam à vontade para participar.

Pessoal

Uma das principais dicas é apostar em convites mais pessoais. Em vez de mensagens genéricas em grupos, o contato direto demonstra cuidado e consideração.

Pessoas introvertidas tendem a se sentir mais seguras quando percebem que foram lembradas individualmente, sem pressão ou exposição desnecessária.

Outro ponto importante é a forma como o convite é apresentado. Evitar imposições e deixar claro que a presença é opcional ajuda a reduzir a ansiedade.

Frases que transmitam leveza, como “vai ser algo tranquilo” ou “sem compromisso”, costumam funcionar melhor do que convites carregados de expectativa.

Informações

Explicar como será o encontro também faz diferença. Informar o local, o tipo de ambiente, a duração e até quem estará presente ajuda a pessoa a se preparar mentalmente.

Ambientes muito barulhentos ou longas interações podem afastar os mais reservados, por isso, quanto mais previsível for o evento, maior a chance de aceitação.

Outra estratégia é sugerir que a pessoa vá acompanhada de alguém de confiança. A presença de um amigo próximo ou colega conhecido pode tornar a experiência mais confortável.

Além disso, oferecer a possibilidade de chegar mais cedo ou sair mais cedo mostra empatia e respeito aos limites individuais.

Sim ou não

Por fim, é fundamental respeitar a resposta, seja ela positiva ou negativa. Pessoas introvertidas não precisam ser convencidas a todo custo.

O simples ato de convidar com gentileza, sem julgamentos, já fortalece vínculos e cria um ambiente mais inclusivo.

Em tempos de confraternização, o verdadeiro espírito do fim de ano está justamente em acolher as diferenças e valorizar cada forma de estar junto.


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