Estado é perfeitamente tratável, mas também pode causar consequências definitivas
Apesar do nome pouco conhecido, a epicondilite é um problema de saúde mais comum do que se imagina e atinge muitos francanos no dia a dia. Popularmente chamada de “cotovelo de tenista” ou “cotovelo de golfista”, a doença é caracterizada por um processo inflamatório nos tendões que ligam os músculos do antebraço ao osso do cotovelo.
As causas geralmente estão ligadas a movimentos repetitivos, esforço excessivo ou até má postura. Por isso, não afeta apenas atletas, mas também trabalhadores de diferentes áreas, como digitadores, professores, profissionais da construção civil e pessoas que realizam atividades domésticas intensas.
Entre os sintomas mais comuns estão dor na região do cotovelo, sensibilidade ao toque, dificuldade para segurar objetos e até perda de força no braço. O desconforto pode piorar em movimentos simples, como levantar uma garrafa ou girar a maçaneta da porta, prejudicando atividades cotidianas.
O tratamento varia de acordo com a intensidade do problema. Em casos mais leves, o uso de gelo, anti-inflamatórios e fisioterapia costumam trazer bons resultados. Sessões de alongamento e fortalecimento muscular também ajudam na recuperação. Já em situações mais graves, pode ser necessário o uso de imobilizadores, infiltrações e, em último caso, intervenção cirúrgica.
Médicos especialistas reforçam que a prevenção é sempre o melhor caminho. Fazer pausas durante atividades repetitivas, alongar os braços e manter a postura correta são atitudes simples que reduzem o risco da epicondilite.