Muitos tutores costumam oferecer petiscos como forma de agrado para seus pets. Veterinária explica como isso pode fortalecer o vínculo
Todo tutor, seja de cão, seja de gato, sabe o quanto os animais de estimação amam petiscos; saiba como e quando oferecer (Foto Freepik)
Todo tutor, seja de cão, seja de gato, sabe o quanto os animais de estimação amam petiscos. Independentemente do sabor, formato ou textura, basta fazer o barulho da embalagem que eles logo aparecem.
Para além da alimentação, esses snacks servem também como uma forma de afeto e interação entre donos e seus pets.
Com os peludos sendo cada vez mais importantes dentro das famílias, é de se esperar que as pessoas procurem meios para agradá-los.
A sensação, para muitos tutores, é de reciprocidade: como eles oferecessem amor e conforto, também precisam de uma recompensa — e os petiscos cumprem muito bem esse papel.
Vínculo fortalecido
A veterinária Mayara Andrade explica que esse tipo de agrado, desde que feito de forma consciente e equilibrada, tem forte influência na relação entre tutores e pets.
Segundo ela, o petisco funciona como uma linguagem de afeto. “Reforça comportamentos positivos, cria momentos de atenção plena e aproxima. Quando escolhido com critério e oferecido corretamente, contribui tanto para o bem-estar emocional quanto para a saúde.”
“Produtos de qualidade permitem que o responsável ofereça esse agrado sem excessos. É importante agregar com composição básica e contar com a ajuda do médico-veterinário para essa escolha, levando em conta as características dos pets”, reforça a profissional.
Quando ajuda e como oferecer
A veterinária comenta que o uso correto pode contribuir em diferentes aspectos do comportamento e da rotina do animal. “É um recurso simples e funcional”, pontua a especialista.
– Reforço positivo, como em treinamentos e comandos;
– Organização da rotina, com o objetivo de criar momentos previsíveis de interação, recompensa e atenção;
– Conexão emocional, já que garante momentos de atenção exclusiva.
Mayara ainda acrescenta que a recomendação é de que até 90% das calorias diárias na dieta de um cão, por exemplo, devem ser de alimentos completos e balanceados, enquanto os outros 10% podem ser dos petiscos.
“Para ajudar nesse cálculo peça ajuda a um médico-veterinário”, conclui.