Mercado Livre tira do ar 4 mil anúncios de preços abusivos e 25 mil enganosos

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  • Publicado em 24 de março de 2020 às 19:36
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 20:31
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Pandemia de coronavírus mobilizou uma leva de oportunistas que se aproveitaram do pânico da população

A pandemia de coronavírus mobilizou uma leva de oportunistas que se aproveitaram do pânico da população para vender itens de higiene e limpeza por preços abusivos. 

Outros foram além: usaram os termos “coronavírus” e “covid-19” em propagandas enganosas de produtos.

O que aconteceu? Produtos como álcool em gel e máscaras desapareceram do comércio tradicional após a confirmação dos primeiros casos de coronavírus no Brasil. 

Quem tinha esses produtos, passou a vende-los por preços extorsivos, o que não é permitido pelo Código de Defesa do Consumidor.

O que tem sido feito para barrar esses abusos? O Procon-SP tem fiscalizado estabelecimentos comerciais e recebendo denúncias de preços abusivos pelas redes sociais. 

Entre os dias 16 e 23 de março, fiscais visitaram 449 estabelecimentos entre farmácias, supermercados, hipermercados e outras lojas. 

Desse total, 346 foram notificados a apresentar as notas fiscais de compra para justificar os preços cobrados do consumidor.

E o que os marketplaces estão fazendo? O Mercado Livre está monitorando e moderando os preços e publicações sobre álcool gel, máscaras e outros produtos de higiene e segurança sanitária. 

Dados coletados até o dia 20 mostram que já foram tirados do ar 4.000 anúncios com preços irregulares e outros 24,5 mil de propaganda enganosa.

O que mais fazer para coibir as propagandas enganosas? A pedido do Cremesp, o O juiz da 22ª Vara Cível Federal de São Paulo proibiu a divulgação de falsos tratamentos, como a ozonioterapia, para enfrentar o coronavírus.

*6Minutos


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