Saiba qual é o inseto da época de chuva que representa perigo real para os cães

  • Rosana Ribeiro
  • Publicado em 21 de dezembro de 2025 às 08:30
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Um dos insetos mais comuns da época de chuva pode representar um risco sério para os cães. Veja o porquê e como evitá-los dentro de casa

Às vezes, algo inofensivo, como brincar ou ingerir o inseto, pode fazer com que o cão entre em contato com substâncias tóxicas (Foto Minha Saúde Proteste)

 

Em época de chuva, é comum ter maior aparecimento de inseto em casa, principalmente aqueles que se atraem pela luz.

Um desses bichinhos é o chamado cupim de luz — também conhecido como aleluia ou siriris — mas você sabia que eles podem ser perigosos para os cães?

De forma geral, os cachorros já são animais curiosos, especialmente quando se trata de outros bichos. Neste período, com o maior volume do cupim de luz, a curiosidade deles é ainda mais atiçada, o que pode representar um risco sério.

A explicação

Às vezes, algo inofensivo, como brincar ou ingerir o inseto, pode fazer com que o cão entre em contato com substâncias tóxicas. O cenário é ainda mais perigoso caso os cupins tenham sido expostos a produtos químicos para controle de pragas.

Por isso, é importante que os tutores, por via das dúvidas, evitem esse tipo de contato. Além disso, devem ficar atentos a sinais de intoxicação.

Nessas situações, o pet pode apresentar vômitos, salivação intensa, diarreia, tremores ou convulsões.

Percebendo qualquer sintoma ou comportamento adverso, os donos dos animais de estimação devem encaminhá-los imediatamente para uma clínica veterinária. O que parece apenas um detalhe pode acabar provocando uma fatalidade.

Proteja seu amigo de quatro patas!

Confira algumas orientações de Silas Alencar, médico-veterinário, para evitar o cupim de chuva e manter seu cãozinho em segurança:

– Se possível, mantenha luzes ou quaisquer outras iluminações apagadas ou reduzidas;
– Feche portas e janelas para evitar a entrada dos insetos;
– Caso apareçam, aspire ou recolha os cupins imediatamente;
– Fique de olho no cão e observe se ele não apresenta nenhum comportamento diferente. Em caso de suspeita, busque atendimento veterinário.

Fonte: Metrópoles


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