Daniel Bassi afirma que, além dos 1,4 mil empregos diretos, hospital público estadual vai gerar centenas de vagas por empresas terceirizadas
Com a conclusão da parte predial do Hospital Estadual de Franca prevista para 20 de novembro, a cidade se prepara para uma nova fase: a de contratações.
A previsão é que a seleção de profissionais comece nas próximas semanas, marcando o início da operação de uma das maiores estruturas de saúde pública do estado de São Paulo.
A expectativa é de que o hospital gere mais de 1,4 mil empregos diretos, abrangendo médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais, além de diversas funções administrativas e de apoio.
Outras centenas de vagas também devem surgir de forma indireta, com serviços terceirizados de limpeza, copa e portaria.
Impacto bom
O presidente da Câmara Municipal, vereador Daniel Bassi, que acompanhou de perto o andamento do projeto desde o anúncio do governo estadual, destacou o impacto das contratações no mercado de trabalho local.
“Em hospitais públicos com estrutura semelhante, como o de Cruzeiro e o de Serrana, a média é de seis empregos gerados por leito. Com os 221 leitos previstos para Franca, podemos estimar cerca de 1,4 mil empregos diretos”, afirmou.
Gestão hospitalar
Sobre a administração da nova unidade, Bassi lembrou que o estado está concluindo o processo de chamamento público das Organizações Sociais de Saúde (OSs) e em breve vai anunciar qual delas assumirá.a gestão.
O vereador explicou que manteve contato com representantes de várias dessas entidades ainda no ano passado para conhecer o modelo de trabalho em hospitais públicos.
“São instituições de excelência, e acredito que o chamamento público de Franca será avaliado por todas com muito interesse”, disse.
Ele destacou ainda que entidades como a Santa Casa de Franca, a Faepa, responsável pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e pelo hospital público de Serrana, e o Instituto Sócrates Guanaes, que administra unidades em Caraguatatuba, São José dos Campos e Itanhaém, além de OSs de Campinas, São José do Rio Preto, entre outras, estão no páreo.
“Estamos acompanhando de perto o processo de chamamento público pelo Estado. Nosso objetivo é garantir uma gestão eficiente, transparente e que atenda com qualidade a população de Franca e região”, concluiu Bassi.