A autora do crime deve receber alta e seguir para a cadeia feminina de Cajuru (SP)
Crime que abalou Ribeirão Preto e toda a região, ainda continua uma incógnita. Familiares tentam entender o que aconteceu no dia do crime, em que a professora de música Alda Poggi Pereira, 59, matou a filha de 30 anos, Ligia Poggi Pereira e o filho que ela esperava e esfaqueou o neto de 4 anos.
Alda Poggi, acusada de matar a filha grávida e o neto de 4 anos
O garoto recebeu alta na tarde da última terça-feira do Hospital das Clinicas onde ficou internado três dias. A acusada do crime prestou depoimento no Hospital onde permanece internada desde o dia do crime, sábado (25). O marido da professora e o genro também foram ouvidos pela Polícia Civil.
A delegada Luciana Camargo Renesto Ruivo que cuida do caso, não informou o conteúdo dos depoimentos porque a justiça decretou sigilo. Alda deve responder por duplo homicídio e tentativa de homicídio. Assim que receber alta hospitalar, ela vai ser levada para a cadeia feminina de Cajuru (SP).