Em Franca, supermercados são autuados por produtos vencidos e preços abusivos

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 20 de maio de 2020 às 13:51
  • Modificado em 8 de outubro de 2020 às 20:44
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Polícia Civil, Vigilância Sanitária e Procon apreenderam alimentos durante a manhã desta quarta, 20

Seis supermercados foram autuados nesta quarta-feira (20) durante uma operação contra a venda de produtos vencidos e cobrança de preços abusivos em Franca.

A força-tarefa foi realizada pela Polícia Civil, Procon, Vigilância Sanitária e Guarda Municipal depois que as autoridades receberam denúncias.

Ninguém foi preso, mas os donos dos estabelecimentos foram multados e responderão por crime contra a economia popular. 

Os produtos foram recolhidos pela Vigilância Sanitária, que dará destinação final a eles.

O presidente da Associação dos Supermercados de Franca e região, Carlos Pereira, afirmou que nenhum supermercado tem a intenção de vender produtos vencidos e que diariamente os estabelecimentos são orientados a deslocar um funcionário para fazer essa vistoria para evitar que isso aconteça.

Além disso, comunicou que os clientes devem procurar o gerente da loja se encontrarem mercadorias fora do prazo, para que seja feita a troca.

A operação

As diligências começaram às 8h e vistoriaram dez estabelecimentos em diferentes regiões da cidade. 

Em seis deles, os agentes encontraram bolachas, carnes, queijos, alimentos congelados e leite com prazo de validade vencido.

Segundo a Polícia Civil, também foram encontrados produtos com preços acima dos praticados por outros estabelecimentos. 

O Procon notificou os proprietários a apresentar as notas para justificar os valores praticados, segundo o delegado Márcio Murari, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Franca.

Outros dez supermercados devem ser vistoriados em data ainda não informada.

“Essa foi a primeira operação que a delegacia seccional montou juntamente com a vigilância sanitária e Guarda Civil e outras operações serão realizadas por conta da pandemia muitos comerciantes se aproveitam e acabam vendendo produtos acima do preço normal e data e validade que não condizem com o que deve ser comercializado”, afirmou o delegado.


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