Desde março, a Justiça de SP soltou quase 6 mil presos por pandemia

  • Cesar Colleti
  • Publicado em 11 de outubro de 2020 às 10:29
  • Modificado em 29 de outubro de 2020 às 23:38
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Os juízes de São Paulo dizem basear suas decisões em recomendação do CNJ

A Justiça de São Paulo, entre março e outubro deste ano, soltou exatos 5.777 detentos, por pretexto da pandemia. A informação é conforme o relatório oficial do governo estadual, ao qual teve acesso o jornalista Pedro Campos, da Rádio Bandeirantes.

A decisão dessa quinta-feira (8/10) alegava que eles pertenciam ao “grupo de risco” da contaminação de covid.

Os juízes e desembargadores de São Paulo dizem basear suas decisões em recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ao assumir a presidência do CNJ, o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), aplicou um “freio de arrumação” na conduta que se estabeleceu de soltura de bandidos.

Fux excluiu da regra os condenados por organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção, crimes hediondos e violência doméstica.


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